Papel Principal

10-Outubro-2007

Salvem o Zé, da politica

José Rodrigues dos Santos deixou de ser um ícone do jornalismo e passou a ser uma granada de mão política.Meninos, aos vossos postos…

Quem é do PS, levante o dedo… Quem é contra o PS, grite e urre… Quem é do PS e mas não chupa este governo, assobie…

Não percebo de que lado está Ana Gomes, mas este post parece-me inspirador.

É tão confuso e nubloso como as alegadas pressões que alegadamente JRS diz que eventualmente existiram na RTP.

Vocês sabem do que eu estou a falar…

http://causa-nossa.blogspot.com/2007/10/jos-rodrigues-dos-santos.html
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(via Causa Nossa)

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7-Outubro-2007

A extrema-direita e o boomerang mediático

A extrema direita tem uma forma particular de aparecer na televisão: o suícidio mediático.

Depois de ter aparecido na televisão a mostrar armas e a ameaçar usá-las agora Mário Machado optou por atacar uma juíza.

Uma fórmula que resulta.

Da primeira vez foi detido.

Desta, sabe Deus.

Não deixa de ser curioso: A televisão funciona como um boomerang para a extrema-direita.

Cada ideia nova, dá direito a um ricohete olímpico.

Se o objectivo é aparecer na tv, funciona.

Mas é um serviço um bocado caro. Não?

Carta aberta de Mário Machado « ALK [Beiras]

http://www.oinsurgente.org/2007/09/21/pacheco-pereira-mario-machado-e-a-extrema-esquerda/

2-Outubro-2007

Ego um mau relações públicas II

Filed under: Sem categoria — Pp @ 19:41
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O Jornal Público resolveu citar o meu blogue.

Este! Sim, este! A sério!

E o pior é que foi reincidente. É a segunda vez em 3 meses. Está aqui. Citação sobre este post.

Resultado: o meu Ego está tão grande que quase não me cabe em casa quanto mais nesta entrada.

O pior é que a citação – que aceito como uma nomeação aos óscares – é sobre um partido que comparo com um tapete. Mas não estou sózinho. A culpa é do Marcelo.

E não tarda muito o Menezes acusa-me de ser uma força de bloqueio.

E o Sócrates quer dar-me um cartão honorário do PS.

E o Cavaco uma medalha no dia de Portugal.

E o Santana Lopes acertar-me com uma pedra de gelo da Kapital.

Pior disto tudo é que a associação de comércio de Marrocos já me escreveu para que aceite fazer parte da campanha deles para a venda de tapetes persas por cá. E os senhores de Arraiolos podem ficar irritados.

Só tenho uma solução: vou já ao Continente comprar um tapete meio cor-de-laranja meio cor-de-rosa.

Assim com cada pé piso metade do Bloco Central.

Prometo contar qual dos lados vai ficando mais sujo.

Se bem que com um duelo Sócrates / Menzes acho que vou ter que lavar o tapete muitas vezes.

Depois não digam que eu ando a pisar cócó de cão na rua de propósito.

1-Outubro-2007

Madeleine e a dentologia atrasada dos jornalistas

Despertado das profundezas e milhares de anos-luz depois do desaparecimento de Maddie, o Sindicato dos Jornalistas deu à costa.

O intrépido conselho deontológico, guardião da moral e boa consciência dos jornalistas exalou a sua sentença do alto da tribuna da Inquisição.

Ou por outras palavas: cagou d´alto.

Assim sendo vou inscrever-me no sindicato dos metalúrgicos ou do pessoal da recolha do lixo.

Sinto-me melhor representado.

O caso Madeleine McCann e as práticas jornalísticas

Na sua recomendação, o CD relembra que “o uso de fontes anónimas não desresponsabiliza o jornalista; pelo contrário, obriga-o a um redobrado cuidado, pois em caso de a informação se revelar falsa será a credibilidade do jornalista e do seu órgão de comunicação social que está em causa. E não apenas em relação a esse trabalho.” A estrutura deontológica recomenda assim que se evitem notícias que privilegiem as audiências em detrimento da verdade factual e em que a especulação vença o rigor, que se sigam critérios muito rigorosos para o uso de fontes anónimas e que se promova a pronta rectificação de informações que se revelem inexactas ou falsas, conforme o n.º 5 do Código Deontológico.

A recomendação apela ainda a que os jornalistas tenham um especial cuidado no tratamento da informação, procurando apoio de especialistas externos e independentes que os possam elucidar sobre matérias de elevada complexidade e que exijam conhecimentos científicos e jurídicos, levem em consideração o direito à privacidade de eventuais suspeitos, arguidos ou réus e analisem os eventuais atropelos à deontologia ocorridos neste caso para que os mesmos não se repitam.

O Sitio do Sindicato dos Jornalistas

(via O Sitio do Sindicato dos Jornalistas

PSD vende tapetes e atoalhados

Filed under: Sem categoria — Pp @ 10:55
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Está cumprida a última profecia do Professor Marcelo Bambo de Sousa.

O PSD cumpre finalmente a sua veia populista e dedica-se agora à venda de atoalhados e tapetesMarceloRebeloSousa.

Mais do que vender os membros deste partido agora na oposição – e por isso com falta do dinheiro oferecido pelo poder – dedicam-se à troca.

E como os economistas bem sabem os bens são escassos. Talvez por isso Manuela Ferreira Leite tenha decidido oferecer a Luis Filipe Menezes o tapete que era de Marques Mendes. Um tapete especial, dado que era insuflável e ajudava o líder deposto a crescer mais uns centimetros na hora de discursar.

Pela óptica da comunicação Marcelo Rebelo de Sousa voltou a marcar pontos.

É certo que apoiou o candidato que perdeu e fez uma previsão manipulatória de que Mendes ia ganhar.

Mas criou um sound-byte que vai durar: a analogia do tapete.

O pior destas analogias tão fortes é que se colam aos sujeitos. Será Menezes do líder do partido do tapete. Onde Sócrates vai limpar os pés?

Marcelo Rebelo de Sousa afirmou que Manuela Ferreira Leite “tirou o tapete” a Marques Mendes e o deu a Menezes ao não manifestar o seu apoio público ao ex-líder do PSD nas directas para a liderança do partido.


Manuela Ferreira Leite “tirou o tapete” a Marques Mendes – RTP Informação

 

Contradição é um problema mediático, não político

Filed under: Sem categoria — Pp @ 9:38
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Maldita imprensa livre com arquivos sempre á mão.

A frase do dia de ontem de Mário Soares afinal tinha um zigue-zague há uns meses.

Mas também quem se lembra do que almoçou ontem, quanto mais do que o avô disse há 3 meses.

E pronto cumpre-se a máxima: uma boa notícia é uma notícia falsa. Neste caso: uma boa declaração é uma declaração contraditória.

Soares continua em alta e a ensinar-nos que o importante é surfar a onda.

Se dá Menezes, bate em Menezes. Se Menezes não existe, ajuda Menezes.

Atacar os poderosos – como agora é Menezes – é sempre um bom método para ser citado nos jornais.

Pelo menos Soares é divertido: critica aqueles que agora estão em alta no PSD. Suspeito que há muitos “barões” do partido a tomar sais de fruta para dentro de momentos elogiar o novo líder e comparando-o com Sá Carneiro.

Soares diz que Menezes na oposição é uma “desgraça”, mas há três meses elogiou o autarcapxTRANS

01.10.2007, Ricardo Dias Felner

Numa cerimónia em Gaia, em Julho, ex-Presidente da República expressara o seu apreço pelo espírito democrático e patriótico do novo líder do PSD

(via Publico)

29-Setembro-2007

Precisão na linguagem

Não há nada como um bom testemunho em tribunal.

Rigoroso, preciso, cientificamente inatacável, claro, evidente.

Entra nesta categoria toda a linguagem dos juízes e por contaminação directa a dos peritos em medicina legal.

E nessa linguagem que qualquer criança de 4 anos consegue perceber e até contar aos amigos, o pontapé foi elevado à categoria de "instrumento contundente".

Assim presumo que esta médica tenha entrado e saído do tribunal andando sobre os seus dois ou mesmo quatro (pés e mãos) intrumentos contundentes potenciais.

Portanto se é burro e tem patas, logo dá coices.

Um depoimento contundente.

Menina que morreu em Monção foi vítima de agressões com "instrumento contundente"
28.09.2007 – 13h13 Lusa


Uma perita do Instituto de Medicina Legal garantiu hoje que a menina de dois anos que morreu em Monção, em Dezembro do ano passado, foi vítima de pelo menos duas agressões "com instrumento contundente", admitindo como mais provável o pontapé.

Segundo Teresa Magalhães, directora da delegação do Norte do Instituto de Medicina Legal, que falava no Tribunal de Monção durante o julgamento do caso, a vítima terá sido agredida com dois pontapés "de intensidade importante", que lhe provocaram lesões mortais.

"O instrumento mais sugestivo nestas situações é o pontapé", frisou.

Não tenho nada a declarar

hitler

Não resisti.

Mesmo Hitler – conhecido pelos seus empolgantes discursos em comícios e filmes criados pela propaganda oficial- precisa de um momento de silêncio.

É uma variante daquele senhor agora presidente que comia bolo rei de boca cheia para não responder às pergutas dos jornalistas.

Podemos aprender três lições:

1. Não fale com a boca cheia

2. Não coma em público e com jornalistas perto usando a boca toda, cheia e aberta

3. Se não quiser mesmo falar, faça-o com estilo e estrondo.

4. Não, esta imagem não pertence a nenhuma campanha para a vacinação do cancro do colo do útero ou contra o aborto por aspiração.

Esta imagem vem do blog Gosto Disto via Link Permanente para Hitler em hora de ponta

Eu Queria Evitar, Mas a Diversão É Mais Forte « A Educação do meu Umbigo

Filed under: Sem categoria — Pp @ 0:11
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A comunicação directa e clara mata qualquer elefante.

Mesmo um mamute da comunicação como Pedro Santana Lopes pode sucumbir ao dardo venenoso cheio apenas com o seu curriculum vitae.

E nesses momentos vale divertir-mo-nos à custa dos Deuses Menores ou fazer cócegas no umbigo.

Eu Queria Evitar, Mas a Diversão É Mais Forte « A Educação do meu Umbigo

25-Setembro-2007

Como enfrentar uma audiência feroz

//blog.camera.org/archives/1978466971_1999998627_180605_337x253_ahmadinejadE a frase do dia vai para….

O fabuloso presidente do Irão.

Declarando que no Irão não existem homossexuais.

Claro que a audiência da Universidade de Columbia nos Estados Unidos riu-se.

Mas a sua verdadeira audiência – o povo iraniano- deve ter aplaudido.

Dica do dia: fale sempre para quem quer que o escute, independentemente dos palhaços que estão à sua frente.

«No nosso país não há homossexuais»

O presidente do Irão, Mahmoud Ahmadinejad, afirmou esta segunda-feira que não existe homossexualidade no país que preside. Durante uma conferência na Universidade de Columbia, Nova Iorque, perguntaram-lhe sobre os direitos dos homossexuais no Irão. «No nosso país não há homossexuais», afirmou Ahmadinejad.

Incomodado com o tema, o presidente iraniano preferiu falar sobre os direitos das mulheres. Perante a insistência da pessoa que o questionava, hesitou alguns segundos e negou a existência deste tipo de orientação sexual no Irão. Recorde-se que no país homossexualidade é crime punível com pena de prisão.

O tema foi muito debatido recentemente quando uma lésbica iraniana, Pegah Emambakhsh, que corria o risco de ser deportada pelo Reino Unido temia ser apedrejada ao voltar para o seu país. Emambakhsh refugiou-se no Reino Unido em 2005 depois de a sua parceira ter sido detida, torturada e apedrejada no Irão.

in PortugalDiário

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