Pinto da Costa acusado por ter dado 2500 euros a árbitro
22.06.2007,
António Arnaldo Mesquita
Carolina Salgado disse que assistiu a tudo e
advogado de defesa do presidente do FC Porto acusa-a de “depoimento
falso”
Jorge Nuno Pinto da Costa foi acusado de corrupção desportiva activa
por uma magistrada do Ministério Público, da equipa coordenada por Maria José
Morgado que investiga certidões do Apito Dourado, por ter entregue ao árbitro
Augusto Duarte um envelope que, segundo assegurou a sua antiga companheira,
Carolina Salgado, continha 2500 euros em notas. O árbitro que dirigiu o desafio
Beira-Mar-FC Porto (0-0), em 18 de Abril de 2004, foi acusado de corrupção
desportiva passiva e o empresário desportivo António Araújo viu ser-lhe imputado
o mesmo crime que ao líder do FC Porto.
22-Junho-2007
2500 euros para um empate???
18-Dezembro-2006
Carolina de volta
Não posso perder mais um episódio deste louco e mediático folhetim
Quero saber que é o advogado e o editor que lideram esta marionete.
E se calhar já comprou um Relações Públicas.
Agora os jornalistas portugueses que fazem habitualmente casos de polícia tem que fazer um esforço para manter a dignidade dos relatos e evitar opinar nos textos.
Tipo:
“Esposa ressabiada contra ex no tribunal”
“Ex-menina que por azar da vida trabalhou em casa de alterne”
“Carolina, a adepta tresmalhada”
“Carolina, azul de clube, verde de raiva”
A ver vamos,
deixo o esforço meritório da agência Lusa, via Público on-line, para tratar com dignidade esta história
Apito Dourado: Carolina Salgado presta declarações no Tribunal de Gondomar
18.12.2006 – 11h07 Lusa
Carolina Salgado chegou hoje, às 10h00, ao Tribunal de Gondomar para ser ouvida no âmbito do processo de corrupção no futebol conhecido como Apito Dourado.
A ex-companheira do presidente do Futebol Clube do Porto, Pinto da Costa, chegou acompanhada do seu advogado, José Dantas, tendo parado a viatura onde viajava junto à esquadra da PSP de Gondomar, a cerca de 500 metros daquele tribunal.
Daí, Carolina Salgado e José Dantas, foram transportados numa viatura da PSP até às instalações do tribunal, onde entraram sem prestar quaisquer declarações.
17-Dezembro-2006
Provedor, suicidio em directo
Vi hoje pela primeira vez o Provedor da RTP na televisão.
Foi um tédio. Uma seca. Um marasmo.
Se a intenção foi escolher um provedor para adormecer os telespectadores, então acertaram.
E agora…. minhas senhoras e meus senhores… o Provedor Soneca…
De facto quando se quer inventar algo mau, consegue-se.
Já agora o que vi do provedor resume-se a um velhinho apresentando testemunhos individuais e absolutamente subjectivos a deambular sobre a TV que gostariam de ter.
Oh diabo… mas não é isso mesmo que qualquer director de programas competente faz?
Senhor provedor, reforme-se! O seu trabalho como sociólogo não merece ficar escurecido com o belo presente que lhe ofereceram.


