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27-Dezembro-2007

Hospital descobre que é proíbido fumar

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Vem aí uma nova lei sobre o fumo do tabaco em locais públicos.

Mas essa lei que grosso modo proíbe fumar em locais públicos fechados, já existe há muito tempo para os estabelecimentos de saúde.

No hospital do Barreiro, descobriram agora.

Mais vale tarde, do que nunca.

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25-Outubro-2007

Títulos mortais

Há títulos verdadeiramente mortais.Matam tudo. Até a notícia.

Como o do Sol com a troca de Hospital do Barreiro por Hospital do Berreiro.

Um título à Independente ou uma gralha?

Hospital do Berreiro conta cinco fetos-mortos desde Setembro

Desde 20 de Setembro que o Hospital do Barreiro registou cinco fetos-mortos, uma «coincidência infeliz», dizem os responsáveis em notícia adiantada pela Antena1, que representa um valor próximo do total de 2006

in Sol

(via Hospital do Berreiro… « A ovelha perdida

Bebés, coincidencias e o raio das estatísticas

Um bebé morto na barriga da mãe é uma tragédia.

Cinco bebés mortos num mesmo hospital é “uma coincidencia infeliz

Vale bem o prémio nobel ao sound-bite patético do ano.

Quem vê ou ouve pode acreditar num primeiro momento. Mas a eficácia desta declaração substitui-se rapidamente pela dúvida.

Instalada e permanente.

E o raio dos consumidores de notícias são desconfiados pra burro.

São intuitivos e emocionais.

Um choque frontal com a frieza dos médicos a contar mortos.

Cinco fetos-mortos no Hospital do Barreiro desde Setembro DR “Coincidência infeliz” O Hospital do Barreiro registou cinco fetos-mortos desde 20 de Setembro, um valor próximo do total de 2006 e que foi explicado como uma “coincidência infeliz”, noticiou hoje a rádio Antena 1.
Cinco fetos-mortos no Hospital do Barreiro desde Setembro –

RTP Informação

11-Julho-2007

Fábrica do Barreiro descobre que já não está em 1960

Filed under: Sem categoria — Pp @ 17:05
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Demorou, mas acertaram.
Finalmente. E com 2 dias de atraso a empresa que terá poluído o ar do Barreio, assume a responsabilidade, promete reparar o estrago e abre portas a uma comissão de acompanhamento.
Na óptica mediática faltou uma “cara” da empresa falando às pessoas, através da imprensa.
Claro que depois de partir uns ossos e ficar com umas nódoas negras da pancada que levaram da população artingida, dos ambientalistas e do governo, é mais díficil recuperar.

A AP-Amoníacos de Portugal prometeu hoje reparar a avaria que provocou o
aumento das emissões de dióxido de enxofre e propôs a criação de uma comissão de acompanhamento das questões ambientais e de segurança da fábrica do Barreiro.
A empresa garantiu que já tinha identificado a avaria – uma anomalia no funcionamento dos filtros da estação de
ácido sulfúrico – e que iria proceder à reparação dessa avaria
“, disse Fonseca
Ferreira.

10-Julho-2007

A estratégia da avestruz.

Filed under: Sem categoria — Pp @ 12:58
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Estão volvidas mais de 12 horas sobre o lançamento duma nuvem de poluição sobre a cidade do Barreiro.

Uma nuvem de dióxido de enxofre em quantidade 3 vezes superior ao máximo permitido por lei.

O caso é tão grave que o Ministério do Ambiente mandou a fábrica parar de trabalhar.

O governo decidiu.

As populações e os ambientalistas protestam.

As autoridades de saúde locais dizem-se preparadas e informam que não há casos importantes registados de reacção aos químicos poluentes.

Todos representam o seu papel, menos a empresa que terá poluído.

A empresa responsável AP Amoníaco de Portugal não aparece a dar a cara.

Não explica o que aconteceu, não assume a responsabilidade, não se oferece para reparar o que fez.

Apenas fez uma pequena nota à Agência Lusa. Do director a sacudir a água do capote.

Nota zero em comunicação de risco em saúde pública.

Luís Almeida, director da AP-Amoníacos de Portugal, explicou então à Lusa que não existem descargas na fábrica, lembrando que as emissões são controladas pelas
entidades competentes.

Não existem descargas mas emissões fixas que emitem em continuidade e são controladas. Quando a caldeira é sujeita a intervenções, por vezes quando se ligam os ventiladores, as partículas são expelidas mas, em funcionamento, isso nunca acontece“, garantiu então Luís Almeida.

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