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2-Janeiro-2008

Não Fumar, fotógrafo à vista

capaDNA nova lei do tabaco está em vigor.

A nova lei será principalmente fiscalizada pela ASAE.

O presidente da ASAE foi apanhado a fumar por um jornal.

A lei do tabaco é nova, mas existe outra lei em vigor há mais tempo.

É a Lei do Jornalista num raio de 10 kilómetros.

Diz esta lei que se houver um jornalista – com gravador, camera ou máquina fotográfica à mão . mais vale prevenir.

É que a possibilidade de ser citado, fotografado ou ser notícia.

Como acaba de descobrir esta manhã o homem que fuma uma cigarrilha celebrando o Ano Novo.

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27-Dezembro-2007

Hospital descobre que é proíbido fumar

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Vem aí uma nova lei sobre o fumo do tabaco em locais públicos.

Mas essa lei que grosso modo proíbe fumar em locais públicos fechados, já existe há muito tempo para os estabelecimentos de saúde.

No hospital do Barreiro, descobriram agora.

Mais vale tarde, do que nunca.

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9-Dezembro-2007

Tenho vontade de matar um entrevistado!

Ás vezes quando procuro o entrevistado perfeito, engano-me.

Geralmente a experiência acumulada ao longo dos anos e o percurso normal da procura e escolha da pessoa certa para falar dum determinado assunto, é suficente para conseguir evitar uma catástrofe.

E a catástrofe é fazer uma chata e deprimente entrevista que não tem interesse nenhum.

Em suma trabalhar para o boneco e aborrecer quem nos vê ou ouve.

É nesses momentos que a única coisa que queremos é matar o animal do entrevistado.

Para depois nos suicidarmos nós, claro!

Ora esse sentimento está espelhado de forma soberba no blog Garotas que Dizem Ni

e neste link

Se eu fosse produtora de um programa de entrevistas na televisão, já teria assassinado uma boa meia dúzia de convidados. E nem estou falando do Tom Cruise, que subiu no sofá da Oprah, saltitou e deu gritinhos – porque isso foi surto, mas alavancou audiência. Falo daqueles entrevistados que, por mais que a TV já tenha completado 57 anos, ainda não entenderam o procedimento de aparecer nela.

Seria mais fácil entregar a cada um dos iminentes participantes de entrevistas uma lista de regras óbvias. Foram instituídas lá em mil novecentos e Hebe-Camargo-Menina, mas alguns insistem em esquecê-las:

Não balance essa cadeira!
O sujeitinho nem bem sentou na poltrona, já começa a pipocar os pés no chão girando no eixo pra lá e pra cá. Não entendem que o telespectador fica mareado com aquele balanço? Mas também seria bom queimar o produtor que coloca uma cadeira giratória no palco… Mete lá um sofá ou um banquinho de madeira, melhor coisa. Entrevistado tem pulga na cueca.

Não bote a mão no microfone!
A haste do microfone devia dar choques de 220 volts em quem encostasse ali sem ser repórter. Porque ô mania que essa gente tem de querer afagar (e afanar) o instrumento de trabalho do jornalista, avemaria.

Não rele na lapela!
Será possível que eles jamais recordam de estar com um microfone de lapela? E a cada vez que dizem “porque quando EU fiz tal coisa”, lá vai a mãozona atropelar o aparelhinho e causar um Xugstaramrram no áudio. Não bastasse, ainda acham de abraçar o apresentador e falar coisas nesse momento – que a gente não escuta devido o microfone de lapela estar esmagado entre os dois peitos.

Fale alto!
Roubar o microfone ou atropelá-lo, eles sabem. Já falar em um volume audível para alguém além de cães com ouvidos ultrassônicos, aí não conseguem. E o entrevistador é obrigado a repetir, pela milésima vez, “fala um pouquinho mais alto, fulano, e perto do microfone”. Daí ele eleva o som – mas, por causa da bronca, se envergonha e começa a se balançar na cadeira. É dose…

Abaixa a porcaria da TV!
O pior entrevistado, no entanto, não é aquele que se abala até o estúdio, mas o que surge via telefone. No afã de ser ouvido pela massa (ou de gravar em vídeo sua espetacular participação), o tipinho coloca o volume do televisor no máximo. E lá vem o manjadíssimo “Alô, Solange… Abaixa um pouquinho sua TV, Solange…”. Grrr! Se eu fosse produtora de TV, mandaria capangas atrás da Solange. E de quase todos os entrevistados

5-Dezembro-2007

Os sete e os 30 segundos

Filed under: dicas,mediatraining,relações públicas,televisão — Pp @ 22:57

Aparecer na televisão é saber-se julgado em 7 segundos.

Li alguns estudos onde o tempo que um espectador leva a avaliar um entrevistado mal supera os 4 segundos.

Pouco tempo?

Bom pelo menos para falar temos um pouco mais

Mais exactamente 30 segundos.

Sim 30 segundos para explicar tudo o que tiver na cabeça.

E se demorar muito, adeus e até amanhã.

Ou será que Você como telespectador tem muito mais tempo para ver os chatos que aparecem na tv’

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29-Novembro-2007

Fóruns, antenas abertas e outras falas na rádio

Filed under: dicas,mediatraining,radio — Pp @ 22:36
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O povo gosta de falar na rádio.

Não sei se gosta de falar na rádio, ou de se ouvir na rádio.

Os importantes, vip´s, políticos, peritos e comentadores também gostam de se ouvir.

E de influenciar o mundo pela palavra.

Mas nestes programas há uns cromos que aparecem quase sempre e se o assunto é árido, notam-se a léguas. São os profissionais dos “programas do paleio”.

Ora decidi democratizar o acesso a estes fóruns de chamadas telefónicas contando alguns dos segredos que o podem fazer a si – caro leitor – um caso de sucesso na rádio.

Já agora importa ficar a saber que primeiro é preciso entrar para depois impressionar. 

  1. Ligue para a rádio logo que abram as inscrições. Fique atento. Geralmente as rádios escolhem uma hora regular para divulgar o tema e o telefone para onde ligar. Como geralmente só há um produtor do outro lado da linha prepare-se para carregar muitas vezes no botão de “repetir a chamada”

  2. Seja paciente. A espera pode levar até meia-hora até conseguir a sua inscrição.

  3. Uma boa táctica para conseguir subir na lista de entrada “no ar” é oferecer nessa primeira chamada uma frase forte ou resposta atractiva ao tema.~

  4. Desligue o rádio antes de entrar no ar. Evita o “feed-back”, aquele assobio agudo na rádio. As estações de rádio colocam no seu telefone o som que está a sair na rádio.

  5. Identifique-se. Se a sua função ou trabalho for importante ou relevante para o tema, diga-o. Dá-lhe credibilidade e distingue-o do “povo” que fala ao seu lado.

  6. Escreva num papel os dois ou três pontos que quer tocar na sua intervenção. Não para ler, mas para saber. E que sejam coisas simples e curtas.

  7. Se vai citar factos ou números, cite as fonte

  8. Seja simpático, não seja bronco nem rude. Não ataque os outros ouvintes ou o jornalista que conduz o programa.

  9. Não se esqueça que uma das funções do moderador é manter um programa com bom ritmo. Por isso não se aborreça se ele o interromper quando se está a alargar em argumentos longos e desinteressantes.~

  10. Sobre estes programas, perceba que 8 em cada 10 ouvintes são conservadores para não dizer reacionários. Mesmo que pareçam  comunistas, são consevadores do seu status quo. E esses grupos organizam-se profissional e metódicamente para ocupar os espaços nas antenas abertas.

(mais em Wal-Mart Member Education Kit May 2005)

28-Novembro-2007

Merche a privacidade e a imagem

As palavras leva-as o vento, as imagens ficam-nos na cabeça.aniv. merche

É como dizer que não com a boca e que sim com a cabeça.

A agência de comunicação "Maya Eventos" decidiu fazer uma promoção do aniversário da estrela Merche Romero.

E depois… algo deve ter corrido mal.

Resultado: marcha-atrás com toda a força.

Comunicado de imprensa acompanhado de imagem sugestiva.

Palavras a dizer que não, imagens a gritar que sim.

NA SEQUÊNCIA DA INFORMAÇÃO Á IMPRENSA QUE FIZEMOS ESTA MANHÃ, VIMOS MANISFESTAR O PEDIDO DE MERCHE ROMERO, DE QUE A IMPRENSA PERMITA QUE FESTEJE O SEU ANIVERSÁRIO EM PRIVACIDADE.

Com os melhores cumprimentos,

Maya

29-Outubro-2007

Isabel Figueira dá ideias a jornalistas

A melhor coisa que se pode dizer a um jornalista é “não diga isto…” ou utilizar a variante “isso não é notícia…”

É aquilo a que se chama “arranjar lenha para se queimar”.

Foi o que fez Isabel Figueira. Bebeu uns copos e foi apanhada pela polícia.

Mas o mais divertido é que para piorar a situação ainda acrescentou algum “picante” à notícia inicial.

Disse ela: “não se associe este episódio à recente separação do futebolista César Peixoto”.

Dito e feito.

Alcoolizada
Isabel Figueira apanhada em operação stop da PSP

Depois de um jantar entre amigos, seguido de um desfile de moda, na passada quinta-feira, Isabel Figueira pegou no carro e foi surpreendida por uma operação stop na Avenida 24 de Julho, em Lisboa.

“Nunca me tinha acontecido nada do género em cinco anos de carta. Só bebi duas cervejas e, para dizer a verdade, nem sabia muito bem qual era o limite permitido. O que percebi disto tudo é que uma pessoa não pode beber um copo de vinho ou duas cervejas que é logo apanhada”, contou Isabel Figueira, que só pede que não se associe este episódio à recente separação do futebolista César Peixoto. “Não façam dramas de que a Isabel se mete nos copos. Sempre gostei de beber a minha cerveja com os amigos. No meio disto tudo espero apenas não ter desiludido os meus fãs.”

in Correio da Manhã

14-Outubro-2007

Retroescavadora substitui cartão multibanco

Na comunicação, tal como nos assaltos pense em grande.

Mas não faça grande merda.

E use as ferramentas certas.

Nunca uma retroescavadora.

Prefira um aspirador portátil.

Vendas Novas
Tentativa de assalto a multibanco com retroescavadora

Um grupo de seis indivíduos tentou este domingo assaltar uma caixa multibanco, num supermercado de Vendas Novas, em Évora, recorrendo a uma máquina retroescavadora.

Correio da Manhã

13-Outubro-2007

Menezes precisa de mediatraining

Filed under: mediatraining,politica,relações públicas — Pp @ 12:07

Luís Filipe Menezes parece um caçador míope quando fala numa roda de jornalistas.

Fala baixo, olha para o chão. Quase pede desculpa.

Ao menos Mendes – pequenito – punha-se em bicos de pés, enchia o peito de ar e olhava para a frente. Perdão, para cima.

O populismo de LF Menezes ganhou a liderença do PSD. As ideias de Ângelo Correia escreveram-lhe o programa. Agora só falta treinar o boneco.

Treinar Menezes como o boneco de ventríloco. E para isso é preciso mediatraining.

Ou aconselhamento por parte de peritos de imagem ou relações públicas.

Mas convém pagar a conta. No fim.

11-Outubro-2007

Catalina e a morte da comunicação

Filed under: media,mediatraining — Pp @ 10:27
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Catalina Pestana irrita-me.

irrita-me não pessoalmente – que não a conheco – mas mediaticamente.

Catalina mata a comunicação. Não pelo conteúdo, mas pela forma.

Diga o que disser, diga verdade, factos ou conviccões, não compro o seu produto.

O problema está na forma.

No azedume, na dureza, no ódio no olhar. E isso nãoo funciona.

Olhando para as fotos da entrevista so consigo ver uma chefe de guardas prisionais. 

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