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23-Abril-2007

A carótida de Eusébio vale mais do que os seus pés

Filed under: Sem categoria — Pp @ 16:23
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A operação a Eusébio da Silva Ferreira correu bem.

A operação de marketing e publicidade do Hospital da Luz, correu ainda melhor.

Eusébio precisava mesmo da cirurgia?

O Benfica e o Hospital da Luz tem alguma ligação?

O Hospital da Luz precisa de alguma visibilidade?

Eusébio vai pagar a sua cirurgia, exames, médicos, etc?

Eusébio escolheu o Hospital da Luz?

E o Hospital de Santa Cruz ou o Santa Marta, seriam boas opções?

Eusébio foi operado a uma carótida – grande artéria no pescoço – que leva o sangue ao cérebro.

Eusébio tem ateromas, colesterol e tensão alta.

Como qualquer português benfiquista que se preze.

Teria o Hospital da Luz salvo Amália Rodrigues?

E a Irmã Lúcia?

E o papa?

A operação correu bem.

Era complicada mas foi despachada numa hora.

Estou confuso.

Comentários?

Agradeço.

Luminososos.

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19-Abril-2007

Marques Mendes operado é notícia um mês depois

O meu pássaro (aquele, aqui de cima) está parvo.

Nesta postagem eu poderia fazer um par de comentários a um comunicado de imprensa que um amigo meu jornalista me enviou. Mas decidi fazer melhor. Decidi publicá-lo para que o possam ler.

Os factos que motivariam uma notícia aconteceram… hoje? ontem? há dois dias?

RESPOSTA ERRADA. NÃO!

Os factos apenas aconteceram no MÊS PASSADO.

Ok, ok, essa malta das notícias anda distraída com a possível, eventual, confirmada, desmentida, trapalhada da licenciatura do Zé e não ligou nenhuma ao feito do Hospital de S. Maria.

Pois bem o Hospital decidiu enviar um comunicado à imprensa em forma de notícia já feita.

Além do mês de atraso, o texto é fabuloso.

Decidi publicar a versão na íntegra no post anterior mas quero sublinhar algumas coisitas que lá estão:

Serviço de Cirurgia Vascular do Hospital de Santa Maria Realiza Intervenção Cirúrgica Única no Mundo

O Serviço de Cirurgia Vascular do Hospital de Santa Maria realizou, no pretérito dia 21 de Março de 2007, uma intervenção cirúrgica em que foi utilizada uma técnica original e inteiramente desenvolvida em Portugal.

O Prof. Doutor Dinis da Gama, especialista em Cirurgia Geral e Cirurgia Vascular, Director do Serviço, volvidos catorze dias após o complexo e delicadíssimo acto cirúrgico, concedeu-nos esta entrevista….

nota do blog: entrevista, novo tipo de comunicado de imprensa

«Este caso envolveu uma doença denominada aneurisma da aorta. A aorta é a principal artéria que irriga todo o organismo, ou seja, é a artéria que leva sangue a todos os segmentos do nosso corpo, e, muito embora raramente, por vezes adoece e começa a dilatar. Regra geral, essa dilatação é progressiva e a dado momento rompe, eventualidade que em segundos provoca a morte do doente. A única forma de prevenir essa evolução catastrófica é sujeitar o doente a uma intervenção cirúrgica, a qual consiste em retirar o aneurisma e substitui-lo por um conduto protésico. Esse conduto, ou se quiser, esse substituto, consta de uma aorta de plástico, actualmente muito sofisticada e sem qualquer risco de rejeição».

nota do blog: os médicos ensinam o povo que as operações tem sempre riscos.

Para que a informação nos chegasse pormenorizada, o Professor, sempre com uma linguagem acessível continuou: «Em determinadas circunstâncias, o aneurisma é de tal forma grande que envolve não só a aorta do abdómen como também a aorta torácica, o que implica uma intervenção cirúrgica muito complexa. E complexa porque se torna necessário retirar toda a aorta, quer no tórax quer no abdómen, o que significa que estamos perante uma operação que obedece à abertura de toda a cavidade torácica e de toda a cavidade abdominal. Mas para que entenda melhor a delicadeza do processo, posso adiantar-lhe também que para além dessa delicada intervenção, é necessário interromper toda a circulação sanguínea para se proceder à implantação da nova aorta artificial».

nota do blog: não esquecer de elogiar o Doutor mesmo que o elogio seja pouco rigoroso.

Uma técnica americana adaptada à realidade portuguesa

O Professor Dinis da Gama, visivelmente sereno, confiante e determinado, continuou: ….

nota do blog: repita o tom elogioso várias vezes. Os jornalistas são distrídos e burros por definição. E podem não reparar à primeira

Um orgulhoso olhar de todos e para todos

O Prof. Doutor Dinis da Gama, convidado a um rápido olhar a estes catorze dias, numa só frase fez emergir o seu sentimento de Homem, de Profissional e de Director: «Olhando para estes catorze dias, começo por testemunhar o meu elevado apreço pelo excepcional pessoal que temos(,….). Eu tenho muito orgulho naquilo que fazemos! Tenho muito orgulho no meu pessoal e tenho muito orgulho no Hospital de Santa Maria!».

nota do blog: e o Grande Final:

Lágrimas com sabor a Vida

O intervencionado, senhor Francisco Marques Mendes, com a voz embargada pela extrema e compreensível comoção, começou por nos dizer que deve a sua “nova” vida ao Senhor Professor Doutor Dinis da Gama e a toda a sua equipa.

Face pontiaguda, tingida de um castanho dourado emprestado pelos raios solares e severamente mapeada com os traços de quem trabalha a terra, o senhor Francisco deixou-se vencer pela catadupa de lágrimas que ia bebendo.

Eram lágrimas com sabor a vida.

Eram lágrimas de eterno agradecimento a todos quantos lhe ofereceram condições para voltar a chorar.

Eram as lágrimas do senhor Francisco Marques Mendes.

Ao jornalista, atraiçoado pela forte emoção que emoldurou esta visita ao homem de face pontiaguda tingida de castanho dourado, restou expressar um voto do tamanho de todos os mundos de muita saúde ao senhor Francisco.

Da porta da enfermaria ainda acenámos um Adeus.

O senhor Francisco lá ficou, sentadinho, a beber as suas lágrimas com sabor a Vida.

Marques Mendes Operado no Hospital de Santa Maria

Filed under: Sem categoria — Pp @ 22:45
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Comunicado de Imprensa do Hospital de Santa Maria

Serviço de Cirurgia Vascular do Hospital de Santa Maria Realiza Intervenção Cirúrgica Única no Mundo

O Serviço de Cirurgia Vascular do Hospital de Santa Maria realizou, no pretérito dia 21 de Março de 2007, uma intervenção cirúrgica em que foi utilizada uma técnica original e inteiramente desenvolvida em Portugal.
O Prof. Doutor Dinis da Gama, especialista em Cirurgia Geral e Cirurgia Vascular, Director do Serviço, volvidos catorze dias após o complexo e delicadíssimo acto cirúrgico, concedeu-nos esta entrevista onde foram observados todos os aspectos mais expressivos da cirurgia realizada, e que, para além de outros factores, vem mostrar as capacidades e potencialidades existentes no nosso País.
«Este caso envolveu uma doença denominada aneurisma da aorta. A aorta é a principal artéria que irriga todo o organismo, ou seja, é a artéria que leva sangue a todos os segmentos do nosso corpo, e, muito embora raramente, por vezes adoece e começa a dilatar. Regra geral, essa dilatação é progressiva e a dado momento rompe, eventualidade que em segundos provoca a morte do doente. A única forma de prevenir essa evolução catastrófica é sujeitar o doente a uma intervenção cirúrgica, a qual consiste em retirar o aneurisma e substitui-lo por um conduto protésico. Esse conduto, ou se quiser, esse substituto, consta de uma aorta de plástico, actualmente muito sofisticada e sem qualquer risco de rejeição». Para que a informação nos chegasse pormenorizada, o Professor, sempre com uma linguagem acessível continuou: «Em determinadas circunstâncias, o aneurisma é de tal forma grande que envolve não só a aorta do abdómen como também a aorta torácica, o que implica uma intervenção cirúrgica muito complexa. E complexa porque se torna necessário retirar toda a aorta, quer no tórax quer no abdómen, o que significa que estamos perante uma operação que obedece à abertura de toda a cavidade torácica e de toda a cavidade abdominal. Mas para que entenda melhor a delicadeza do processo, posso adiantar-lhe também que para além dessa delicada intervenção, é necessário interromper toda a circulação sanguínea para se proceder à implantação da nova aorta artificial».

Uma técnica americana adaptada à realidade portuguesa

O Professor Dinis da Gama, visivelmente sereno, confiante e determinado, continuou: «Fiz a minha formação nos Estados Unidos da América. Em 1976 estava a trabalhar no maior Centro de Cirurgia Vascular do mundo, onde aprendi com os melhores cirurgiões do século XX. Quando regressei a Portugal, trazia, como é natural, os conceitos e as técnicas americanas, no entanto, lamentavelmente verifiquei que os primeiros doentes que operei não sobreviveram. E não sobreviveram por várias razões: o contexto onde decorre a assistência nos Estados Unidos da América não é o mesmo que decorre em Portugal. Nós, portugueses, somos diferentes e em termos de organização hospitalar tudo é diferente. Somos portugueses, não somos americanos, e as técnicas americanas não têm que ser obrigatoriamente viáveis em Portugal, razão que me levou a adaptar as técnicas americanas às circunstâncias da realidade portuguesa e que fez nascer, em 1984, a publicação desta técnica». E sustentou: «Felizmente que estas situações são muito raras, no entanto, ao longo destes anos temos vindo a aplicar esta técnica que se tem mostrado bem sucedida. Agora tivemos o caso deste doente, um homem de raça caucasiana, com cinquenta e nove anos e que apresentava um aneurisma da aorta com nove centímetros de diâmetro, quando uma aorta normal mede dezoito milímetros. Atente que estamos perante uma situação com uma dimensão cinco vezes superior ao normal, com a agravante de estar na iminência de romper. Ora, a operação que realizámos há precisamente catorze dias e que consistiu na abertura do tórax, do abdómen e a substituição não só de toda a aorta, mas também – e aqui é que está a singularidade – de cada uma das artérias que vai irrigar os rins, vai irrigar o intestino e vai irrigar o fígado, tornou o procedimento muito complexo e extremamente exigente, e mais exigente ainda por estarmos a trabalhar com limites temporais. Tudo tem que ser feito dentro de um período de tempo muito limitado».

O Hospital de Santa Maria, a muita experiência e a elevada qualificação dos profissionais

Instado sobre as condições técnicas e humanas necessárias à realização deste tipo de intervenção, o Prof. Dinis da Gama foi peremptório: «Naturalmente que para se realizar uma operação desta complexidade é necessária muita experiência, mas também é indispensável um conjunto de condições que só se encontram no Hospital de Santa Maria. Por outro lado, também é preciso sublinhar que este tipo de trabalho só se consegue com a participação de bons profissionais, e nós temos excelentes equipas. Dispomos de cirurgiões altamente qualificados, dispomos de anestesistas altamente qualificados e dispomos de enfermeiros altamente qualificados. Para além da cirurgia, temos depois o delicadíssimo período pós-operatório em que é necessário estar, a cada minuto, durante as vinte e quatro horas do dia, junto do doente. E se não veja: este doente perdeu oito litros de sangue, conseguimos recuperar cinco litros e seiscentos mililitros através de um processo de auto-transfusão, mas para todos os efeitos fez uma transfusão maciça, pelo que são perfeitamente normais as desregulações que possam ocorrer, situações que obedecem a um acompanhamento muito cuidadoso e em tempo útil de modo a ser dada resposta pronta a qualquer eventual complicação».

Um orgulhoso olhar de todos e para todos

O Prof. Doutor Dinis da Gama, convidado a um rápido olhar a estes catorze dias, numa só frase fez emergir o seu sentimento de Homem, de Profissional e de Director: «Olhando para estes catorze dias, começo por testemunhar o meu elevado apreço pelo excepcional pessoal que temos, quer a nível de médicos internos quer a nível do corpo de enfermagem. Depois, olhando à singularidade do acto operatório, olhando ao facto de ter sido realizado com uma técnica criada em Portugal e olhando ao facto de nos limites extremos da vida conseguirmos, ao fim de catorze dias nos cuidados intensivos, salvar e recuperar estas pessoas, são factores que constituem um quadro extremamente gratificante. Mais, são factores que merecem ser reconhecidos, por nós em primeiro lugar, depois pelo Conselho de Administração do Hospital e também por todos os portugueses».
E o Professor fechou o seu breve olhar aos catorze dias com estas fortes afirmações: «Temos que ter orgulho no que de bom conseguimos fazer, muito particularmente quando se cria algo de novo e com isso se torne possível salvar vidas. Eu tenho muito orgulho naquilo que fazemos! Tenho muito orgulho no meu pessoal e tenho muito orgulho no Hospital de Santa Maria!».

O staff que interveio na cirurgia

Depois de observados os aspectos mais relevantes e que, de certo, vão marcar a história médico-cirúrgica portuguesa, fica a informação de que esta cirurgia, iniciada às nove horas e concluída às dezoito horas, foi realizada por um staff composto pelos seguintes elementos: Prof. Doutor Dinis da Gama, que chefiou a equipa de Cirurgia, respectivamente: Dr. Diogo Cunha e Sá; Dr. José Maria Rodriguez, e Dra. Madalena Romero. A equipa de Anestesia foi chefiada pela Dra. Ângela Garcia, coadjuvada por mais três médicos anestesistas. A equipa de enfermagem foi integrada por uma enfermeira anestesista, duas enfermeiras instrumentistas e duas enfermeiras circulantes.
Também sobre a prestação de todo o staff directa ou indirectamente envolvido no acto cirúrgico, o Prof. Dinis da Gama fez questão de enaltecer o excepcional trabalho prestado pelo Serviço de Imuno-Hemoterapia, pelo Serviço de Pneumologia e naturalmente pelo pessoal do próprio Serviço de Cirurgia Vascular.

Lágrimas com sabor a Vida

O intervencionado, senhor Francisco Marques Mendes, com a voz embargada pela extrema e compreensível comoção, começou por nos dizer que deve a sua “nova” vida ao Senhor Professor Doutor Dinis da Gama e a toda a sua equipa.
Face pontiaguda, tingida de um castanho dourado emprestado pelos raios solares e severamente mapeada com os traços de quem trabalha a terra, o senhor Francisco deixou-se vencer pela catadupa de lágrimas que ia bebendo.
Eram lágrimas com sabor a vida.
Eram lágrimas de eterno agradecimento a todos quantos lhe ofereceram condições para voltar a chorar.
Eram as lágrimas do senhor Francisco Marques Mendes.
Ao jornalista, atraiçoado pela forte emoção que emoldurou esta visita ao homem de face pontiaguda tingida de castanho dourado, restou expressar um voto do tamanho de todos os mundos de muita saúde ao senhor Francisco.
Da porta da enfermaria ainda acenámos um Adeus.
O senhor Francisco lá ficou, sentadinho, a beber as suas lágrimas com sabor a Vida.

7-Abril-2007

Filed under: relações públicas — Pp @ 18:27
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A melhor publicidade é a negativa.

Se este carro tivesse um rasgado elogio à VW ninguém lhe ligaria nenhuma.

Como o dono – frustrado – do automóvel decidiu escrever a sua dor de alma…

Criou um “sound-byte” fabuloso.

Os criativos da Volksvagen devem estar furiosos e o director de assistência aos clientes deve ter o lugar em leilão.

Filed under: relações públicas — Pp @ 18:27
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A melhor publicidade é a negativa.

Se este carro tivesse um rasgado elogio à VW ninguém lhe ligaria nenhuma.

Como o dono – frustrado – do automóvel decidiu escrever a sua dor de alma…

Criou um “sound-byte” fabuloso.

Os criativos da Volksvagen devem estar furiosos e o director de assistência aos clientes deve ter o lugar em leilão.

6-Abril-2007

Prefere um Sócrates engenheiro ou honesto?

Filed under: Sem categoria — Pp @ 17:47
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O primeiro-ministro será um falso engenheiro ou simplesmente uma pessoa que traiu a confiança dos seus concidadãos mentindo?

Entre um José Sócrates sem canudo mas honesto e um Engenheiro José Sócrates forjado, prefiro o primeiro.

Agora tenho um problema de consciência: votei nele como potencial bom primeiro-ministro. Logo confiei nele. Pouco me interessava saber o que estudou mas sim o que se propunha fazer e as características de liderança de que parecia dispor.

Mas se o curso de engenharia não for real, que confiança posso ter naquela conversa da luta contra o défice que me contam para me aumentar os impostos.

Neste blog sobre comunicação o silêncio do Engenheiro é ruidoso e revelador.

É a magia do não-dito.

Ou em português: quem cala, consente.

Já agora, senhor Primeiro-Ministro despeça os seus actuais assessores de imprensa e contrate uns que não tentem abafar uma boa história nos jornais.

É que o raio dos jornalistas tem uma mania terrível de farejar o que os assessores caracterizam de “isso não é história”

4-Abril-2007

O meu asssessor de imprensa é suicida

Filed under: Sem categoria — Pp @ 13:40
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O folhetim da Universidade Independente está cada vez mais picante.

E como alguém diria: isto está tudo ligado.

Depois das suspeitas que pairam sobre a validade da licenciatura do primeiro-ministro, da polícia ter prendido metade da malta e do ministro cientista Gago ter ameaçado manda-los fechar a porta, agora chegamos ao caso supremo.

Eu tenho acompanhado pela TV e em directo a crise da Universidade.

Deve ser a primeira crise académica a ser seguida em directo pelas televisões. Gosto particularmente da loiríssima e bela repórter Felgueiras a contar tudo por entre fumo e cadáveres, como se estivesse numa guerra a sério. A repórter Sandra Felgueiras é uma boa jornalista e o apelido Felgueiras recorda-me sempre aquela autarca que não fugiu da justiça para o Brasil. Apenas se absteve de ser detida por ordem do tribunal. Mais ao menos um fenómeno tipo Valentim Loureiro. O tribunal não presta, logo quero ser julgado na TV. Não tarda muito veremos estes personagens a exigir que o programa “Prós e Contras” seja moderado pelo juiz Rangel. Era perfeito.

Mas estou a desviar-me do assunto.

A suprema confusão na Universidade Independente é descobrir que o assessor do Ministro que manda nas TV´s – Ministro Augusto Santos Silva – afinal também era assessor de imprensa de uma das facções em luta na Universidade.

É Carlos Narciso e já apresentou os “Casos de Polícia. É a pessoa certa no lugar certo.

E foi despedido pelo Ministro.

Óbvio.

2-Abril-2007

Espanha ataca RFM com gira-discos gigante M80

Filed under: Sem categoria — Pp @ 12:55
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Chegou uma concorrência verdadeira para a RFM.
Será que a rádio-gira-discos se aguenta perante a nova M80?
É que esta rádio usa descaradamente uma “playlist” com justamente 80 canções e vai entrar no mercado contra a RFM.
A notícia breve vem hoje no Diário Económico replicando a revista “Meios e Publicidade”.
É um sinal. Com a estratificação e especialização informativa é preciso vasculhar todas as publicações para descobrir notícias.
Vou ouvir. Apesar de viciado nas notícias, a música serve para descontraír. Pelo menos tento convencer a minha mulher a ouvir outra coisa além da repetitiva RFM.

1-Abril-2007

Sai uma Universidade

Filed under: Sem categoria — Pp @ 19:20
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Este blog foi criado para escrever sobre comunicação em geral, relações públicas, media e jornalimo.
E há momentos que todos estes assuntos de cruzam.
Se quiser posso acrescentar uma pitada de política, uns negócios estranhos com países africanos e uma loucura subjacente a todos os personagens envolvidos.
Estou a falar da Universidade Independente, claro.
Dei lá aulas. Dei lá 3 anos aulas. E confesso-vos, aquela “Universidade” era a coisa mais estranha do mundo.
Percebo agora que apenas por mera sorte não dei aulas ao Primeiro-Ministro, eventual engenheiro.
Acompanho com prazer os últimos acontecimentos.
Olho para os personagens mediáticos e escrevo estas linhas.

1. O reitor Arouca devia mudar de nome. Para A Louca. Punha-lhe uma mini-saia e um batôn carmim para dar uma entrevista na TVI
2. O Rui Verde é um artista.
3. O amigo dos angolanos um tratado de insinuações e histórias escondidas.~
4. O presidente da Associação dos Estudantes tem idade para ser meu avô.

É apenas impressão minha ou aquilo parece uma universidade de malfeitores?
E isso nota-se na TV e a milhas.

Blog para ter debaixo d´olho

Filed under: Sem categoria — Pp @ 2:14
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Está no ar e vou mantê-lo na minha lista de conteúdos.
É o novo blog profissional de LPM.
Perdão Luís Paixão Martins.
Será que ele vai explicar como se influencia?
Vou ler.
Está aqui http://bloglpm.lpmcom.pt/

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