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23-Dezembro-2007

Já tinha desconfiado…

Arquivado como: alma, corpo, frase do dia — Pp @ 18:40
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“É mais difícil expor as emoções do que o corpo”.

Soraia Chaves in “Jornal de Notícias”

22-Dezembro-2007

Mosquitos por cordas no Benfica

Arquivado como: Camacho, benfica, dedporto, fcp, futebol, jornalismo desportivo, rui costa — Pp @ 19:41

Bzzzzzzzz! Bzzzzzzz!

Pergunta: quem é o mosquito?

Pergunta: que tipo de cordas?

Sempre gostei do jornalismo desportivo.

Pelas frase feitas.

Pelas informações empoladas e sem interesse nenhum.

E pelas notícias que já não são mas que se podem contar como se fossem.

Um dia ainda vou ler num jornal que o presidente do benfica tem gases.

Espera lá. Mas eu acho que já li isso do presidente do Porto.

 

Rui Costa e Camacho discutiram e fizeram as pazes

Houve mosquitos por cordas no balneário do Benfica no intervalo do encontro com o Estrela da Amadora. Na altura, os encarnados empatavam a zero com o clube da Reboleira e, pior do que isso, exibiam-se a um nível paupérrimo. Quando Camacho anunciou a equipa para a segunda parte, Rui Costa percebeu que seria substituído, tal como Nélson. E não gostou.

Neurónios autónomos

Arquivado como: Sócrates, dn, governo, nature, neurónios, pensamento — Pp @ 19:30

Finalmente uma boa notícia.

A menos que eles se revoltem.

Está explicado porque Portugal funciona, sobrevivendo a qualquer governo. Inclusivé este.

Neurónios podem funcionar sozinhos

via DN

BCP e o marketing

Arquivado como: Bcp, banco, gang da ribeira, imagem, joe berardo, marketing — Pp @ 19:14

Quanto dinheiro é que o BCP vai dar aos seus homens do marketing para lavar a sua imagem?

Se calhar sai mais barato comprar a parte do Joe Berardo e fianciar a próxima campanha eleitoral do PS e PSD.

Parece-me que a recente luta entre “gangs da massa” se parece muito mais com o que se passa na noite do Porto do que parece.

18-Dezembro-2007

Ser militar é quase tão arriscado como ser ministro

Arquivado como: Ministro, frase do dia, governo, tropa — Pp @ 21:22

É a frase do dia.

É do Ministro da Tropa.

E eu já suspeitava que aquilo da guerra, para a qual é necessário manter uma tropa, é capaz de ser um bocado arriscado.

Assim risco de morrer e essas coisas.

Ou então o “tropa tuga” vai lá para fora numa importante missão estratégica algures no globo, embebeda-se até a medula óssa e morre num acidente de viação igualzinho aos que vemos cá na pátria.

«Severiano Teixeira admite que carreira militar tem riscos»

 

Obrigado Blasfémias

Os médicos, em campanha desligam o cérebro

Arquivado como: emergência, especulador, médicos — Pp @ 20:35

Depois o resultado prático é a especulação, a ameaça e o “aviso!!!”.

Grade obra de comunicação. A minha confiança nos médicos subiu em flecha.

Será que não podemos terminar já hoje a campanha eleitoral para a Ordem dos Médicos?

 

Ordem dos Médicos teme “casos fatais” com novos helicópteros de emergência

A Ordem dos Médicos alertou hoje para o perigo de acontecerem casos fatais caso sejam colocados no terreno helicópteros de emergência a operar sem um médico, como estará previsto pelo Ministério da Saúde.

10-Dezembro-2007

Um artista da bola e do ego

Arquivado como: comunicação, ego, futebol, mourinho, relações públicas — Pp @ 21:23

José Mourinho continua na sua senda “sou tão bom que até me doi a cara”

Um treinador de futebol pode aceitar um novo contrato ou declinar a proposta.

Um treinador pode ser despedido, dispensado ou abandonar o cargo.

Mas José Mourinho inventou a nova fórmula EGOCENTRICA: excluí-me!

Não importam os outros nem o convite, nem a oferta.

Apenas o EU.

Tipo a minha é maior que a tua.

 

José Mourinho em comunicado à Gestifute Media

“Auto excluí-me da selecção inglesa”

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9-Dezembro-2007

Chamem a polícia

Arquivado como: Psd, caracas, cds, media, meneses, paulo portas, politica, políticos, segurança, venezuela — Pp @ 13:38

 

Descubra as diferenças destas duas notícias.

A semelhanças são óbvias. A questão da segurança é a mais mediatizável de todas. Porque envolve risco de vida. Tal e qual como as questões da saúde. Eu disse saúde e não política de saúde.

Pois bem, se o assunto é importante e fá capa de jornal, os políticos cavalgam a onda.

O que é dificil no país aborrecidamente calmo como o nosso.

Será que podemos pagar uma visita de estudo aos líderes do PSD e do CDS a Caracas?

Pode ser que eles lá fiquem ou que sejam contratados como repórteres de casos de polícia.

Lá é que é emocionante.

Aqui é dá mais aquelas histórias do desemprego ou dos impostos.

 

Casal português assassinado à punhalada em Caracas

Um casal de portugueses foi assassinado ontem à punhalada na sua residência em Caracas, por dois assaltantes que se fizeram passar por pintores, disseram vizinhos das vítimas.

 

Líder do PSD considera “insustentável” situação de insegurança no país

O líder do PSD, Luís Filipe Menezes, afirmou ontem à noite em Cantanhede que “a situação de insegurança no país está a atingir limites insustentáveis”. O ministro dos Assuntos Parlamentares recusou a ideia e defendeu que Portugal “é seguro e sério”.

Tanto Spin Até Estonteia « A Educação do meu Umbigo

Arquivado como: educação, governo, manipulação, spin doctor — Pp @ 0:39

O blog “A Educação do Meu Umbigo” apanhou uma manobra de manipulação de informação na imprensa feita pelo Ministério da Educação.

Um bom “spin doctor” trabalha pela calada e precisa de habilidade e inteligência estratégica.

Se não tiver, dá nisto

Como o exercício de camuflagem, para além de mandar “limpar” certas ocorrências das estatísticas também as “empurrou” para fora das Escolas, fazendo-as recair na área de acção do MAI, a coisa provavelmente não terá caído bem fora da 5 de Outubro, porque a quebra de casos nas Escolas fez disparar os casos em redor das ditas.

Para além disso note-se como o ME nega o acesso aos dados sobre a situação nos TEIP (olha eu num e ao lado de outro), assim como (não) responde às dúvidas colocadas pelas jornalistas.

Tanto Spin Até Estonteia « A Educação do meu Umbigo

Tenho vontade de matar um entrevistado!

Ás vezes quando procuro o entrevistado perfeito, engano-me.

Geralmente a experiência acumulada ao longo dos anos e o percurso normal da procura e escolha da pessoa certa para falar dum determinado assunto, é suficente para conseguir evitar uma catástrofe.

E a catástrofe é fazer uma chata e deprimente entrevista que não tem interesse nenhum.

Em suma trabalhar para o boneco e aborrecer quem nos vê ou ouve.

É nesses momentos que a única coisa que queremos é matar o animal do entrevistado.

Para depois nos suicidarmos nós, claro!

Ora esse sentimento está espelhado de forma soberba no blog Garotas que Dizem Ni

e neste link

Se eu fosse produtora de um programa de entrevistas na televisão, já teria assassinado uma boa meia dúzia de convidados. E nem estou falando do Tom Cruise, que subiu no sofá da Oprah, saltitou e deu gritinhos – porque isso foi surto, mas alavancou audiência. Falo daqueles entrevistados que, por mais que a TV já tenha completado 57 anos, ainda não entenderam o procedimento de aparecer nela.

Seria mais fácil entregar a cada um dos iminentes participantes de entrevistas uma lista de regras óbvias. Foram instituídas lá em mil novecentos e Hebe-Camargo-Menina, mas alguns insistem em esquecê-las:

Não balance essa cadeira!
O sujeitinho nem bem sentou na poltrona, já começa a pipocar os pés no chão girando no eixo pra lá e pra cá. Não entendem que o telespectador fica mareado com aquele balanço? Mas também seria bom queimar o produtor que coloca uma cadeira giratória no palco… Mete lá um sofá ou um banquinho de madeira, melhor coisa. Entrevistado tem pulga na cueca.

Não bote a mão no microfone!
A haste do microfone devia dar choques de 220 volts em quem encostasse ali sem ser repórter. Porque ô mania que essa gente tem de querer afagar (e afanar) o instrumento de trabalho do jornalista, avemaria.

Não rele na lapela!
Será possível que eles jamais recordam de estar com um microfone de lapela? E a cada vez que dizem “porque quando EU fiz tal coisa”, lá vai a mãozona atropelar o aparelhinho e causar um Xugstaramrram no áudio. Não bastasse, ainda acham de abraçar o apresentador e falar coisas nesse momento – que a gente não escuta devido o microfone de lapela estar esmagado entre os dois peitos.

Fale alto!
Roubar o microfone ou atropelá-lo, eles sabem. Já falar em um volume audível para alguém além de cães com ouvidos ultrassônicos, aí não conseguem. E o entrevistador é obrigado a repetir, pela milésima vez, “fala um pouquinho mais alto, fulano, e perto do microfone”. Daí ele eleva o som – mas, por causa da bronca, se envergonha e começa a se balançar na cadeira. É dose…

Abaixa a porcaria da TV!
O pior entrevistado, no entanto, não é aquele que se abala até o estúdio, mas o que surge via telefone. No afã de ser ouvido pela massa (ou de gravar em vídeo sua espetacular participação), o tipinho coloca o volume do televisor no máximo. E lá vem o manjadíssimo “Alô, Solange… Abaixa um pouquinho sua TV, Solange…”. Grrr! Se eu fosse produtora de TV, mandaria capangas atrás da Solange. E de quase todos os entrevistados

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