“É mais difícil expor as emoções do que o corpo”.
Soraia Chaves in “Jornal de Notícias”
“É mais difícil expor as emoções do que o corpo”.
Soraia Chaves in “Jornal de Notícias”
É a frase do dia.
É do Ministro da Tropa.
E eu já suspeitava que aquilo da guerra, para a qual é necessário manter uma tropa, é capaz de ser um bocado arriscado.
Assim risco de morrer e essas coisas.
Ou então o “tropa tuga” vai lá para fora numa importante missão estratégica algures no globo, embebeda-se até a medula óssa e morre num acidente de viação igualzinho aos que vemos cá na pátria.
«Severiano Teixeira admite que carreira militar tem riscos»
Obrigado Blasfémias
Este doutor Clementina conseguiu fazer pior do que aqueles polícias que atiram para o ar e matam um inocente numa perseguição.
De uma só penada arrasou as polícias que tem de controlar, mostrou que não está a fazer nada de útil e suicidou-se mediáticamente.
É o chamado “jackpot” de burrice. No sentido figurativo e da comunicação.
Concorre com Scolari ao prémio bronco do ano.
Que belo atirador furtivo me saiu Senhor Doutor Tangerina.
António Clemente Lima, inspector-geral da Administração Interna
“Há incompetência a mais na polícia”
“Há para aí muita ‘cowboyada’ de filme na mentalidade de alguns polícias”
“Alguns jovens oficiais da GNR encaram o cidadão como inimigo”
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“A autoridade não se defende a tiro” e “o resultado de uma infracção de trânsito não pode ser a pena de morte”. A afirmação é do juiz-desembargador que nos últimos dois anos tem observado e fiscalizado as polícias. Em entrevista, a primeira desde que dirige a Inspecção-Geral da Administração Interna, António Clemente Lima denuncia que “há muita impertinência, muita intolerância e muita impaciência por parte da polícia”.
“Há muita gente ansiosa por Janeiro para se vingar dos fumadores.”
António Conde Pinto, presidente da Unihsnor – União das Empresas de Hotelaria, a propósito da nova Lei do Tabaco que entra em vigor a 1 de Janeiro de 2008. Diário de Notícias, 27/11/2007
Frase do dia.
Porque será?
Vale pelo “sound-bite”. Demonstra quanto os hoteleiros e donos dos restaurantes são quase tão retrógados como os taxistas.
Em termos de comunicação fez uma bela frase. Para os que não querem fumar, mas respirar – como eu – soa-me a ofensa.
Se dez por cento dos pensamentos dos políticos fossem falados, teríamos uma tonelada de sound-bites por dia.
A melhor coisa que se pode dizer a um jornalista é “não diga isto…” ou utilizar a variante “isso não é notícia…”
É aquilo a que se chama “arranjar lenha para se queimar”.
Foi o que fez Isabel Figueira. Bebeu uns copos e foi apanhada pela polícia.
Mas o mais divertido é que para piorar a situação ainda acrescentou algum “picante” à notícia inicial.
Disse ela: “não se associe este episódio à recente separação do futebolista César Peixoto”.
Dito e feito.
Alcoolizada
Isabel Figueira apanhada em operação stop da PSPDepois de um jantar entre amigos, seguido de um desfile de moda, na passada quinta-feira, Isabel Figueira pegou no carro e foi surpreendida por uma operação stop na Avenida 24 de Julho, em Lisboa.
“Nunca me tinha acontecido nada do género em cinco anos de carta. Só bebi duas cervejas e, para dizer a verdade, nem sabia muito bem qual era o limite permitido. O que percebi disto tudo é que uma pessoa não pode beber um copo de vinho ou duas cervejas que é logo apanhada”, contou Isabel Figueira, que só pede que não se associe este episódio à recente separação do futebolista César Peixoto. “Não façam dramas de que a Isabel se mete nos copos. Sempre gostei de beber a minha cerveja com os amigos. No meio disto tudo espero apenas não ter desiludido os meus fãs.”
in Correio da Manhã
Jardim Gonçalves, banqueiro e fundador do BCP, pagou a dívida de 12 milhões de Euros do filho ao seu banco.
Nesse exacto momento um indiscreto microfone da rádio captou o desabafo:
“Não há almoços grátis”
Outras fontes referem que Jardim Gonçalves decidiu suspender a mesada que dava ao filho por conta deste desvario.
Mas no meio disto tudo sobra-me uma pergunta: o homem tinha esta massa toda ou pediu um empréstimo para pagar a dívida?
Um dos mais valiosos conselhos que se dá a alguém que vai falar na tv ou na rádio é que beba água.
Beba antes e beba durante.
É que um voz precisa de estar húmida para sair claro.
Óbvio que em televisões como a RTP cabe à produção dar água aos entrevistados.
Mas há alguns – como Menezes – que tem muita sede, e bebem tudo depressa.
A produção não tinha plano B e Menezes ficou à seca.
Seria nervos, ou, o Correio da Manhã avançou um outra explicação. Em forma de negação, mas está lá.
A entrevista com Menezes ficou marcada pela falta de água. Por outras palavras, o social-democrata bem cedo bebeu a que a produção lhe pôs à frente. Mesmo depois de acabar, o político continuou a levar o copo à boca, mas água… nem vê-la. Só, depois, nos bastidores é que voltou a satisfazer as necessidades.Luís Filipe Menezes, que não consome bebidas alcoólicas, garante quem o conhece bem, gosta muito de água.
Correio da Manhã(via Correio da Manhã