A mensagem para ser apercebida e apreendida com eficácia deve ser simples e curta.
A regra é uma espécie de “vaca sagrada” para quem quer aparecer na rádio e tv ou criar uma boa manchete dum qualquer jornal diário.
Mas na actual campanha do aborto está a acontecer um paradoxo interessante.
Se numa qualquer campanha de marketing ou política os actoreres querem que o seu ponto de vista chegue aos eleitores na campanha do aborto a regra parece ser a de tentar confundir o mais possível os eleitores.
Assim a mensagem confusa ou para induzir confusão - no caso usada pelos advogados do Não ao aborto - serve de facto o seu interesse principal.
Se os receptores da mensagem mediática não perceberem nada do que está em causa ou fiquem com muita poeira na cabeça, tenderão a não decidir nada.
Essa mensagem nevoeiro terá como efeito um aumento da abstenão ou dos “Nãos” porque sim. Os nãos a jogar pelo seguro.
Se a campanha fosse para vender roupa, não venderiam nem um par de cuecas.
Como é sobre um pedaço de consciência, os resultados são brilhantes.
Já suspeitava.
in Lusa :
A jornalista Helena de Sousa Freitas considerou hoje, em Viana do Castelo, que,
muitas vezes, é “por preguiça” que os tribunais pressionam os jornalistas a
revelarem as suas fontes e, assim, violar em o sigilo profissional.
Segundo
Helena de Sousa Freitas, as pressões acontecem porque a justiça
“fica irritada por ter de ser ela a investigar“, quando, se o jornalista se pre
dispusesse a abrir o livro, ficaria “com a papinha toda feita”.
“Há aqui um bocadinho de preguiça dos tribunais”, sublinhou.
Helena Sousa Freitas falava na sessão de apresentação do seu livro “Sig ilo Profissional em Risco - Análise dos Casos de Manso Preto e de Outros Jornali stas no Banco dos Réus”, desenvolvido a partir de um trabalho apresentado pela a utora à Faculdade de Direito de Lisboa, no âmbito de um curso de pós-graduação e m Direito da Comunicação Social.
As audiências são um fenómeno apaixonante.
O seu estudo e a sua procura.
Para bater a concorrência e ter mais gente a ver o nosso canal.
Serve este post para agradecer à Elsa Raposo a lição prática de como conseguir boas audiências em pouco tempo.
Este blog - público - mas de circulação restrita tinha meia dúzia de gatos pingados a lê-lo - perdão senhoras e senhores leitores habituais.
Mas quando resolvi escrever um texto sobre o vídeo sexual “amador” ??? e caseiro da menina Elsa e do seu namorado (ex? antigo? futuro? transitório? adiante…) houve uma exposão de lava de busca bloggers.
O papel-principal passou de 100 visitantes fiéis e diários para uns surpeendentes mil por dia.
Animado pelo fenómeno fui ver o que pesquisaram os leitores para chegar aqui.
E as palavras mágicas colocadas por ordem aleatória nos motores de busca são
ELSA RAPOSO VÍDEO SEXO PORNO
Como diria um antigo participante num reality show da TVI (O programa Big Brother),
“Só me apetece é ganir!”
ou escrever mais uns post sobre a Elsa. E incluir fotos. Ou mesmo o vídeo.
Isso sim contentaria a audiência.
Aceito sugestões. Basta comentar aqui no botão em baixo.
“Oh Elsa…. Oh Elsa…”

Há momentos memoráveis na televisão portuguesa.
Mas os melhores momentos envolvem tensão e emoção.
Nada melhor para atrair audiência.
E um dos melhores momentos do jornalismo televisivo português é um combate de sumo entre 2 pesos pesados Mário Crespo pelos jornalistas versus Major Valentim Loureiro pelos entrevistados e fontes no geral.
O resultado pode ver-se no youtube aqui
O tema será recorrente.
O aborto ou interrupção voluntária da gravidez.
Mas a novidade da campanha para o referendo consiste na entrada em cena da internet e das suas mensagens.
No último referendo ninguém usava internet. Em rigor quase ninguem.
Agora a “corrente” pode desequilibrar o voto.
Mas os utilizadores em massa da net serão pró ou contra.
Para início de conversa deixo este poster que recebi na minha caixa de correio electrónico.
E uma declaração de interesses: Eu vou votar SIM pela despenalização.
É do fotojornalista António Rilo e ocupa todas as atenções na primeira página do Correio da Manha.
É uma fotografia de prémio.
E a resposta à pergunta “porque é que as notícias boas não passam na tv?”